Dr. Pérsio de Deus O Paciente Terminal: Eutanásia, Ortotanásia, Suicídio Assistido, Distanásia Resumo O Tema, Paciente Terminal: Eutanásia, Ortotanásia, Suicídio assistido e Distanásia é uma assunto desafiador por...
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Retratos do Quilombo do Mel da Pedreira Antonio Maspoli Em 2010 este pesquisador recebeu a visita de um grupo de amigos liderados pelo empresário e apicultor César Valin...
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A DOENÇA MENTAL NO MUNDO ANTIGO ANTONIO MASPOLI A psique simplesmente é o espelho do SER, é o conhecimento dele e tudo se move nela. (JUNG, 1988, p....
Trauma transgeracional nas diferentes abordagens – analisa o trauma histórico na Psicologia Cognitiva a partir da apreensão do conceito de desamparo aprendido; avalia o trauma histórico transgeracional no pensamento de Sigmund Freud, especialmente sobre o complexo de Édipo; e fundamenta-se nas concepções de Carl Gustav Jung; na neurociência e epigenética, sobretudo nas pesquisas de Rachel Yehuda et al. (2015). Finalmente, as teorias são analisadas quanto à sua relevância, consistência e aplicabilidade no campo.
Dados da Organização Mundial de saúde afiam que em todo o mundo, os deprimidos são milhões. As estatísticas mais recentes indicam que 5% da população sofre de depressão, com prevalência das mulheres (4,5 a 9,3%) sobre os homens (2,3 a 3,2%). De qualquer modo, é previsto que 10% das pessoas podem sofrer ao menos um episódio depressivo ao longo da vida. O início da doença pode ocorrer em qualquer idade, mas a adolescência e os primeiros anos da juventude são os períodos de maior risco, sobretudo para as mulheres.
Gostaria de compartilhar com vocês a visão fenomenológica-existencial para entender a relação entre angústia, a fé e a busca de sentido para a vida. São fenômenos humanos que se interagem e que cada vez mais são discutidos, percebidos e sentidos na pós-modernidade.
A partir de meados do século XIX, os estudos sobre a melancolia voltaram-se para seus aspectos biológicos e hereditários. A classificação de Kraepelin que descrevia a melancolia em sua forma franca, sintomática, degenerativa, constitucional endógena, converteu-se no modelo clássico da Psicose Maníaco Depressiva. A partir de 1911, com K. Abrahan e, posteriormente, com Jung (1913) e Freud (1915), a melancolia passou a ser objeto de estudos psicológicos. Contudo, só no início do século passado, técnicas mais sofisticadas de estudo do cérebro e dos seus mecanismos abriram caminho a novas disciplinas, como a neuropsicologia e a neurobiologia, começou-se, portanto, a suspeitar que a depressão fosse acompanhada de determinadas alterações biológicas e, portanto, passível de ser combatida eficazmente com fármacos.
A Psicologia Dinâmica foi um sistema prático e pouco audacioso de Psicologia, fundada por ROBERT SESSIONS WOODWORTH. Ao contrário das outras, a Psicologia Dinâmica não está fundamentada em nenhum protesto a outro movimento, pelo contrário, aproveitou o que as outras escolas haviam elaborado e os aperfeiçoou dentro da Psicologia.
A Psicanálise interessando-se pelo comportamento normal e anormal, afastou-se dos caminhos normais percorridos pelas outras escolas. Além de ela ser uma técnica psicoterápica específica, ela buscou ser uma Psicologia geral do comportamento do homem, do seu comportamento mental. Seus métodos e até mesmo o seu nascimento em nada se assemelha com as escolas tradicionais e movimentos da Psicologia.
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Freud construiu sua teoria sobre o pressuposto aristotélica que prefigurava a mente humana como uma tábula rasa. Este conceito encontra-se na base da conceituação da libido e do inconsciente freudiano. Jung, por seu turno construiu sua teoria sobre a libido e sobre os arquétipo a partir do substrato platônico e agostiniano. A neurociência trouxe novos conceitos que possibilitaram a reformulação do conceito de de libido, de energia para informação. Atualmente com teóricos como Jean Know e Margareth Wilkinson esses aspectos da teoria junguiana foram relacionados a neurociência. Tomando o sistema computacional como modelo podemos afirmar que sujeito herda apenas um sistema operacional capaz de decodificar o software. O arquétipo seria apenas uma chave capaz de decodificar as informações como os neurônios espelhos, por exemplo. No entanto a ciência não prescinde dos símbolos, mitos e ritos em suas formulações teóricas. A partir dessa perspectiva essa pesquisa busca: a) analisar os conceitos de arquétipo, símbolo, mito e rito na psicologia analítica em suas relações com a neurociência; b) propõe uma crítica ao modelo cientificista em psicologia refirmando o valor do símbolo, do mito e do rito para a saúde mental.
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O conceito moderno de doença mental é recente, tem cerca de duzentos anos. O homem considerava a doença mental como manifestações do sagrado em sua forma mais negativa: a enfermidade é o resultado da maldição divina. Diante de um fenômeno natural, mental, ou mesmo de um comportamento humano inexplicável, a cosmovisão religiosa era sua única fonte de explicação. Os povos e nações do mundo antigo...
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Resumo: Esta pesquisa é uma abordagem fenomenológica, compreensiva e interdisciplinar da depressão. As pesquisas sobre depressão no contexto da religião ainda são escassas no Brasil. Através da revisão da literatura serão demonstrados alguns estudos que vem sendo realizados neste campo. A depressão e é analisada na história de medicina, na moderna psiquiatria, na Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung etc. Finalmente busca também compreender algumas relações entre a depressão e religião.
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